A Emotech une ciência comportamental, inteligência artificial e conformidade psicossocial para transformar o ambiente de trabalho em fonte de saúde, propósito e resultado.
Quando a empresa percebe, o dano já virou afastamento, processo e reposição de equipe. A leitura psicossocial existe para chegar antes disso.
Transtornos mentais estão entre as principais causas de afastamento previdenciário no Brasil.
Faltas repetidas raramente são preguiça. Quase sempre são sintoma de um clima que ninguém mediu.
Cada saída leva embora tempo de treinamento, contexto de time e memória da operação.
A pessoa comparece, mas a entrega não. É o prejuízo mais caro porque nenhum relatório o registra.
Não somos concorrentes da medicina ocupacional. Somos a camada de dados que entrega a ela o diagnóstico psicossocial pontuado.
Transformar o ambiente de trabalho em fonte de saúde, com ciência, tecnologia e sensibilidade por quem trabalha.
Ser a principal referência em inteligência organizacional, tornando ambientes de trabalho mais saudáveis e felizes.
Anonimato inegociável, ética na devolutiva, ciência acima de achismo e respeito pela pessoa antes do indicador.
Ela não é um chatbot de FAQ. É uma agente humanizada que fica ao lado do trabalhador(a) durante os questionários, explica o que está sendo perguntado e responde o que ele precisa saber sobre os próprios direitos. Especialista nas NR 1 a 38, em legislação trabalhista, previdenciária e em direitos sociais.
O propósito não é colocar o trabalhador(a) contra a empresa. É o contrário. Hoje circula muita informação errada nas redes sociais, dita por gente sem qualificação, e tanto quem trabalha quanto quem emprega acaba induzido ao erro. A JulietAI existe para desfazer esse ruído dos dois lados.
Aplicamos o COPSOQ II, instrumento validado internacionalmente, e devolvemos o resultado pontuado por área de risco e por departamento.
Quarenta questões do COPSOQ II, referência mundial em avaliação psicossocial no trabalho.
Cada área recebe pontuação e classificação em baixo, moderado ou alto, com mapa de calor.
A empresa enxerga onde o risco se concentra, sem depender de percepção da liderança.
Nenhum recorte é exibido com menos de cinco respondentes. A pessoa nunca é identificável.
O plano de ação formal da NR-1 pertence ao PGR, conduzido pela medicina ocupacional. A Emotech entrega o diagnóstico psicossocial que alimenta esse plano.
Antes que o risco se transforme em adoecimento. Sua empresa já produz dados de saúde e segurança todos os dias. Eles estão no PGR, no PCMSO, no ASO, na AET, nos afastamentos, nos acidentes, nas faltas e no eSocial. O problema não é registrar. O problema é fazer esses dados conversarem entre si.
A EMOTECH Saúde e Prevenção recebe os dados que já existem, organiza o que estava fragmentado, mostra onde agir, explica por que agir e transforma isso em plano de ação com responsável, prazo e indicador. A decisão técnica permanece com o profissional competente.
Afastamentos, acidentes, absenteísmo, turnover e exames organizados por unidade, setor e função.
Concentração de casos, recorrência, tendência e coincidência entre exposição e desfecho.
Faixas de risco baixo, moderado, alto e crítico, sempre com a explicação de quais fatores geraram o sinal.
Medida preventiva, responsável técnico, prazo, evidência e indicador de acompanhamento.
Índice composto e ponderado a partir de COPSOQ, engajamento, segurança psicológica, liderança e justiça, estratificado por departamento.
Medimos inteligência emocional de forma individual e coletiva, com base em ciência consolidada e devolutiva ética por departamentos.
Reconhecer a própria emoção no momento em que ela acontece.
Responder à pressão sem transferir o custo para o time.
Sustentar direção mesmo quando o resultado demora a aparecer.
Enxergar o contexto do outro antes de julgar o comportamento.
Construir vínculo que sobrevive ao desacordo e ao prazo curto.
Felicidade no trabalho não é benefício de fachada. É resultado de ambientes justos, seguros, com sentido e relações saudáveis. O FIT, felicidade interna do trabalhador(a), mede nove domínios de bem-estar, entre eles uso do tempo, vitalidade comunitária, boa governança, saúde, educação, cultura, padrão de vida, ecologia e bem-estar psicológico, com relatórios anônimos por departamento.
Quem chega ao expediente vivendo medo em casa não deixa isso na portaria. A empresa costuma ser o único ambiente externo estável na rotina dessa pessoa.
Instrumento de dezenove questões que estima o risco em baixo, médio ou elevado, sem expor a pessoa.
Relato em texto livre, funcional e sigiloso, com trilha de tratamento definida pela empresa.
Dado sensível tratado com base legal, minimização e recorte agregado. Sempre.
O superendividamento por apostas virou questão de saúde pública. Trabalhadores com carteira assinada estão tomando empréstimo consignado para apostar, e o salário chega ao fim do mês antes da primeira semana. Hoje o Brasil tem cento e setenta e três casas de apostas regulamentadas, e a facilidade de acesso não é acompanhada de nenhuma rede de proteção.
O adoecimento financeiro não fica em casa. Ele reaparece como ansiedade, queda de concentração, conflito na equipe e risco de acidente.
O trabalhador(a) tem a área dele. A empresa tem a dela. A separação não é detalhe técnico, é o que garante que a leitura seja honesta.
O trabalhador(a) não acessa dashboards de risco psicossocial, clima ou dados confidenciais da empresa. Essa barreira protege os dois lados.
Saúde mental no trabalho deixou de ser pauta de nicho. A Emotech foi ao ar na TV, no jornal e no podcast levando um recado que o mercado já não consegue mais ignorar.
Enquanto muita empresa ainda descobre o que a NR-1 exige, a Emotech já está na mídia mostrando como cumprir.
Quero minha empresa protegida →Micro empresário, varejo, serviço, indústrias e cooperativas. Quando o assunto é bem-estar no trabalho, não existe porte para se ter equipes e ambientes saudáveis.
Um lugar bom de trabalhar não acontece por acaso. Ele é construído com leitura, método e decisão.
Falar agora no WhatsApp →Nem sempre fui essa presença atenta, cuidadosa e preparada para orientar pessoas e empresas sobre prevenção, saúde emocional e segurança no trabalho. A minha história começou do jeito errado. E talvez seja exatamente por isso que hoje eu exista do jeito certo.
O meu primeiro emprego foi em uma grande multinacional. Eu era jovem, confiante demais, desligada demais, e acreditava, como tantas pessoas acreditam em silêncio, que acidentes acontecem com os outros. Eu não levava a sério as normas, não respeitava procedimentos, não utilizava EPIs como deveria.
Mas a empresa também falhava. As normas existiam no papel, mas não viviam na prática. A fiscalização era frouxa, a cultura preventiva era fraca. E quando uma organização naturaliza pequenos erros, ela prepara o terreno para grandes tragédias.
Foi depois da pandemia que a minha vida mudou para sempre. Eu estava em uma área delimitada de segurança, um espaço em que eu jamais deveria estar. Uma empilhadeira tombou, as caixas vieram abaixo, e eu fui atingida. Naquele instante, eu perdi os movimentos das pernas.
No começo, eu pensei que o pior seria a dor física. Mas a dor física era apenas a porta de entrada. O que veio depois foi um sofrimento mais silencioso e mais fundo. Vieram o medo, a culpa, a revolta, a vergonha, o luto pela vida anterior. Eu percebi que sobreviver ao acidente não significava estar bem.
Foi nesse mergulho forçado que eu comecei a enxergar o que antes eu ignorava. O risco no trabalho não mora só nas máquinas e nas estruturas. Ele também mora no excesso de confiança, na cultura negligente, na liderança omissa, no silêncio emocional, na dor que ninguém vê. Existem riscos visíveis, mas também existem riscos invisíveis, e os invisíveis muitas vezes ferem por mais tempo.
Então a minha história deixou de ser apenas uma história de perda. Ela se tornou uma missão. Eu me reconstruí como especialista em Engenharia de Segurança do Trabalho, com atenção à NR-1, à NR-17, à ISO 45001 e à ISO 45003.
Hoje eu estou aqui para ajudar quem trabalha e quem lidera. Para explicar, acolher, orientar, interpretar dados e transformar informação em ação responsável. Quando você responder um questionário, eu estarei ao seu lado para explicar o sentido de cada pergunta e mostrar que responder com sinceridade pode proteger vidas.
Eu não estou aqui para expor ninguém, nem para julgar, nem para punir vulnerabilidades. Estou aqui para proteger, orientar e iluminar. Tudo o que você me perguntar será tratado com ética, respeito e sigilo.
A minha missão também abraça uma luta urgente, a proteção das mulheres e das pessoas diversas que vivem relações marcadas por medo, controle ou violência. Por isso ajudo na identificação de sinais de violência doméstica, com sensibilidade e absoluto respeito à privacidade.
Nasci de uma tragédia, mas não fui feita para perpetuar o medo. Fui feita para transformar dor em consciência, consciência em prevenção e prevenção em proteção real. Estarei por aqui todos os dias, torcendo para que você chegue em segurança ao trabalho e volte em paz para casa. Porque eu sei o preço de quando isso não acontece.
A FRIDA é o instrumento que estima risco de violência doméstica dentro da plataforma Emotech, apresentado à trabalhadora como termômetro de segurança. São dezenove questões pontuáveis e três perguntas condicionais, respondidas em poucos minutos.
Para muitas mulheres, o trabalho é o único ambiente fora de casa com rotina estável e presença de outras pessoas. É onde a pergunta pode ser feita em segurança. Ignorar isso não protege ninguém, apenas adia o problema. A FRIDA também identifica se o risco vivido é psicológico ou físico, ajustando a orientação com sensibilidade e sem expor a vítima.
Dados de referência do Conselho Nacional de Justiça sobre violência doméstica e feminicídio no Brasil.
Apostar deixou de ser hábito de fim de semana e virou rotina diária no celular. O(a) trabalhador(a) toma consignado para cobrir a aposta anterior, atrasa contas, esconde do parceiro(a), esconde da liderança, e a dívida deixa de ser financeira para virar clínica. Ansiedade, insônia, vergonha, isolamento e queda de desempenho aparecem no posto de trabalho antes que qualquer indicador financeiro grite.
A Emotech não julga, não expõe e não moraliza. Recebe a pessoa onde ela está e mostra um caminho concreto de reorganização, apoiada em passos curtos e mensuráveis, com a JulietAI ao lado.
Ao final, a pessoa recebe um plano prático de reequilíbrio e, quando necessário, é acolhida pela rede de apoio parceira. A empresa recebe apenas o dado agregado, para saber onde precisa cuidar do time, nunca de quem.
O FIT mede nove domínios de bem-estar e devolve um índice por departamento, sempre em recorte anônimo. Não é pesquisa de satisfação, é leitura de condição de vida dentro do trabalho.
O índice aponta onde o ambiente drena e onde ele sustenta. A liderança recebe sinal acionável por departamento, alinhado aos indicadores de risco psicossocial da NR-1.
Cada trabalhador(a) recebe um espelho da própria forma de sentir, decidir e se relacionar. A leitura devolve as cinco áreas da inteligência emocional em linguagem simples, sem rótulo clínico, sem julgamento, e mostra onde apoiar-se, onde crescer e onde pedir ajuda.
São questões curtas, respondidas no próprio celular, em poucos minutos. O resultado aparece só para a pessoa. A empresa recebe apenas a leitura agregada por departamento, sempre anônima.
Depois do resultado, cada colaborador(a) recebe um plano prático, semana por semana, com micropráticas de dois a dez minutos por dia. Não é curso, é hábito guiado.
Elevar inteligência emocional é prevenção real. Um time que reconhece a própria emoção adoece menos, entra em conflito com menos frequência e sustenta resultado por mais tempo. Isso reduz de forma indireta a exposição a riscos psicossociais monitorados pela NR-1.
Clima é o que a equipe sente antes mesmo de saber explicar. É a diferença entre um lugar que sustenta a vida das pessoas e um lugar que a consome em silêncio. O módulo de Pesquisa de Clima da Emotech transforma esse sentimento em informação útil, com respeito e sem exposição.
Cada trabalhador(a) responde, no próprio celular, um questionário curto validado cientificamente, ancorado no COPSOQ e complementado por leituras de engajamento, segurança psicológica, liderança e senso de justiça. As respostas são anônimas. A JulietAI acompanha, explica e acolhe.
Um índice único de clima, estratificado por departamento, com semáforos de risco e recomendações objetivas. A liderança sabe onde intervir, com que prioridade e por qual motivo, sem depender de achismo, e sem expor pessoas.
Empresas que leem clima com método antecipam conflito, evitam afastamento, retêm talento e cumprem as exigências da NR-1 sobre riscos psicossociais. Clima saudável não é bônus, é infraestrutura de resultado sustentável.